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Rebele-se Contra o Racismo!

domingo, 30 de janeiro de 2011

Vª Marcha Estadual Zumbi dos Palmares,-RS

Pinturas Africanas a Blanco y negro  Dia 21 de janeiro – Dia Mundial da Religião - e instituído pela Lei Federal 11.635/2007, como Dia Nacional de Combate a Intolerância Religiosa, participamos de Seminário e da IIIª Marcha Estadual Pela Vida e Pela Liberdade Religiosa do RS, data esta que também faleceu Mãe Gilda, de Salvador-Ba, que muito lutou contra a intolerância religiosa.

Este Seminário e está Marcha, abriram o dialogo entre os movimentos religioso e social negro, para com o governo do Estado e com a prefeitura de Porto Alegre, com o intuito de uma maior presença destes seguimentos na construção das políticas de desenvolvimento.
Após o Seminário, uma representação de religiosos e militantes de varias entidades do movimento negro foi recepcionada pelo Sr. Vinicius Wu, chefe de Gabinete do Governador Tarso Genro, onde lhe foi entregue uma Carta de Reivindicações a serem discutidas com o governo, entre as demandas apresentadas foi cobra a presença de representantes destes seguimentos no Conselho de Desenvolvimento criado pelo Governador, a criação da Coordenadoria de Promoção da Igualdade Racial – COPPIR, junto ao Gabinete do Governador, uma maior “equidade” na presença de negros no governo e a transversalidade da política racial entre as secretarias.

Agora, precisamos ampliar o dialogo com os demais setores do movimento social negro e religioso em nosso Estado e para isto precisamos criar as condições de que todos possam apresentar suas demandas e propostas para serem levadas ao debate com o governo.
Para isto estamos dando inicio a articulação da Vª Marcha Estadual Zumbi dos Palmares, onde pretendemos realizar 05 Seminários em diversas Regiões do Estado, onde todos poderão contribuir com as demandas que serão apresentadas.

Por tanto no dia 25 de fevereiro, no Plenarinho da Assembléia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul – ALERGS estaremos realizando o Iº Seminário de Articulação e Mobilização da Vª Marcha Estadual Zumbi dos Palmares, neste Seminário estaremos apresentando o DVD da IVª Marcha e debatendo temas de interesse coletivo da comunidade negra e religiosa gaúcha. Também estaremos construindo o calendário dos próximos Seminários e as cidades/regiões onde os mesmos irão acontecer.
Por tanto sua presença e divulgação é muito importante para o êxito da “Construção do Projeto de Desenvolvimento do Povo Negro Gaúcho e Brasileiro”.
Atenciosamente,
JOSÉ ANTONIO DOS SANTOS DA SILVA-UNEGRO-RS
Membro da Coordenação da Marcha Estadual

marchazumbiRS@gmail.com

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Política Nacional de Saúde



Direito à Política de Saúde da População Negra.

Campo e da floresta às ações e aos serviços de saúde;
Garantir e ampliar o acesso da população negra residente em áreas urbanas, do trabalhadores da saúde e no exercício do controle social;
Incluir o tema étnico-racial, nos processos de formação e educação permanente dos
Garantir a utilização do quesito cor na produção de informações epidemiológicas de planejamento e definição de prioridades.
Identificar as necessidades de saúde da população negra e utilizá-las como critério
Este plano propõe a operacionalização das ações através de fases। Cada uma das fases inclui metas específicas a serem atingidas em dois anos e se articulam de forma que अ primeira fase propicie as condições necessárias para o cumprimento dos objetivos।
A 2010-2011. Ambas constituem-se em torno de 2 (dois) problemas priorizados e incluem
ações e metas que incidem sobre os diferentes condicionantes e determinantes que sustentam a desigualdade em saúde que acomete a população negra.
Fase 01 compreende o período de 2008-2009 e a Fase 02 será o período de:
Para o equacionamento deste problema deverão ser adotados mecanismos gerenciais e de planejamento para a promoção da eqüidade em saúde de grupos em condições de vulnerabilidade; instituição de instâncias de promoção da eqüidade em saúde; ações de formação e educação permanente destinadas a gestores, trabalhadores de saúde e lideranças de movimento negro; desenvolvimento de estratégias de articulação com as instituições de promoção da eqüidade racial a fim de operacionalizar atividades intersetoriais, como a semana da eqüidade em saúde; processo de articulação e negociação para a participação de representação do movimento negro nos conselhos de saúde; aperfeiçoamento dos sistemas de promação, inserindo o quesito raça/cor e a realização de estudos e pesquisas sobre a situação de saúde dessa população.
crianças bandeira camisas Amor globoProblema 2: Morbidade e Mortalidade na População Negra.
Serão adotadas ações para a redução das taxas de mortalidade na população negra, especialmente a redução da mortalidade materna, infantil e por mortes violentas। Para o enfretamento deste problema apresentam-se um elenco de ações, tais como: os processos de capacitação dos trabalhadores de saúde das equipes dos núcleos de prevenção à violência com a abordagem étnico-racial; ampliação de rede de atenção a mulheres e adolescentes em situação de violência; inserção da temática saúde da população negra nos 4 conteúdos de educação permanente dos trabalhadores das Equipes de Saúde da Família, de Saúde Bucal e das Equipes do Sistema Penitenciário, ampliação do número de centros dereferência destinados às pessoas com a doença falciforme e outras globinopatias. Referente à ação Redução da morbi-mortalidade na população quilombola, asestratégias de operacionalização, os indicadores, a definição de recursos financeiros e as metas foram definidas apenas para o ano de 2008, devido o processo de certificação datitularidade das áreas quilombolas ou terras de quilombo, sendo necessária à adequação acada ano।

Cabe destacar, que para cada ação descrita no plano estão definidos recursos financeiros correspondentes, os quais estão contidos no PPA 2008-2011, nos programas e ações dos respectivos órgãos e secretarias do Ministério da Saúde। A transferência de incentivo financeiro para a execução das ações será por meio देrepasse automático aos fundos Estaduais, do Distrito Federal, Municipais, e modalidades.

As três esferas de gestão do SUS têm como responsabilidades precípuas para
implementação do Plano: a definição do financiamento, a priorização de ações e o
monitoramento e avaliação que devem ser incluídos nos seus respectivos Planos de Saúde.
O monitoramento e a avaliação das ações deste Plano devem considerar os
problemas priorizados, assim como, os objetivos, as estratégias e os indicadores propostos
para o cumprimento das metas a serem pactuadas.
Problema 1: Raça Negra e Racismo como Determinante Social das Condições de
Saúde: acesso, discriminação e exclusão social.

Identificar, combater e prevenir situações de abuso, exploração e violência;para a definição de prioridades e tomada de decisão;

O presente Plano Operativo tem como finalidade estabelecer as estratégias, osindicadores e as metas que orientará a intervenção no Sistema Único de Saúde (SUS) – eos seus órgãos de gestão federal, estadual e municipal – no processo de enfrentamento dasiniqüidades e desigualdades em saúde com enfoque na abordagem étnico-racial.

O Ministério da Saúde (MS), considerando as desfavoráveis condições de saúde
da população negra, que constitui atualmente mais de 46 % do total da população do país, e visando tanto à eliminação das iniqüidades quanto à redução dos agravos que incidem nas altas e desproporcionais taxas de morbidade e mortalidade neste grupo populacional,elaborou a Política Nacional de Saúde Integral da População Negra (PNSIPN).
A referida Política aprovada em 2006 pelo Conselho Nacional de Saúde (CNS)
vem materializar esses propósitos, concentrando os esforços das três esferas de governo e da sociedade civil na promoção da saúde, na atenção e no cuidado em saúde, priorizando a redução das desigualdades étnico-raciais, o combate ao racismo e a discriminação nas instituições e serviços do SUS। A PNSIPN define os princípios, a marca, os objetivos, as diretrizes, as estratégia de as responsabilidades de gestão voltados para a melhoria das condições de saúde e segmento da população. Trata-se, portanto, de uma política transversal com gestão e execução compartilhadas entre as três esferas de governo e que deverá atuar articulada àस demais políticas do Ministério da Saúde.
Neste contexto o plano se insere na dinâmica do SUS, por meio de estratégias de gestão solidária e participativa, que incluem a adoção de estratégias operacionais, ações e metas para o cumprimento pelos estados, distrito federal e municípios a fim de ampliar oacesso da população negra aos serviços do SUS. Estas estratégias operacionais, ações e metas propostas no Plano Operativo da Política Nacional de Saúde Integral da População Negra estão em consonância com o PAC(Programa de Aceleração do Crescimento) – Mais Saúde: Direito de Todos e o Pacto pela
Saúde (cujo Termo de Compromisso de Gestão Federal encontra-se em processo de adequação), e visam cumprir estes objetivos:

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Desabrigados na Região Serrana já passa de oito mil

As fortes chuvas que atingiram os municípios da região serrana do Rio de Janeiro mobilizam equipes de resgate e voluntários no auxílio aos desabrigados e desalojados. Entre os principais materiais que podem ser doados, estão objetos de higiene pessoal, como pasta de dente e sabonetes, colchonetes, cobertores, fraldas descartáveis, toalhas e água.

Na região Serrana, há cinco pontos de doações para ajuda de animais feridos (Rua Corrêa Dutra, 99 loja 5, Avenida Bartolomeu Mitre, 455 lojas 106 e 107, Rua Santa Clara, 110, Rua Paula Freitas, 61, e Rua Barão Mesquita, 891). Ração, água, cobertores jornais e os remédios unguento, cefalexina, amoxilina, iodo, gaze, ataduras, esparadrapo, seringas, sulfa, vermifugo, cicatrizantes, antissépticos e povodine são as maiores necessidades.

A prefeitura de São João de Meriti, no Rio, tem postos de coleta para doações de água mineral, roupas, colchonetes, cobertores, material de higiene e alimentos não-perecíveis. Os mantimnentos podem ser entregues de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h, em um dos postos na Secretaria Municipal de Promoção Social, na avenida Presidente Lincoln, 899; no Centro de Assistência Social de Éden, na rua Ana Brito da Silva, 2470; no Centro de Assistência Social de Jardim Íris, na rua Copacabana, 50; Centro de Assistência Social de Vila São José, na avenida Comendador Teles, 3199; no Centro de Referência Especializada da Assistência Social de Vilar dos Teles, na rua Aldenor Ribeiro, 125, sala 02-Shopping dos Jeans, no CET-Meriti, na avenida Automóvel Clube, 1785; Meriti-Previ, na rua Defensor Público Zilmar Pinaud, 220

Cruz Vermelha
A Cruz Vermelha no Brasil recebe doações de alimentos, materiais de higiene pessoal e produtos de limpeza nas unidades do Rio de Janeiro (Praça Cruz Vermelha, 1012, centro) e de Nova Iguaçu (na rua Coronel Bernardino de Melo, 2085, e na rua Alberto Cocoza, 86, no centro).
A filial de São Paulo também recebe donativos: avenida Moreira Guimarães, 699, Indianópolis).

Correios
Agências de todo o País recebem doações de alimentos não perecíveis, vestuário, roupas de cama, mesa e banho, calçados, tendas e barracas. Os pacotes, de até 30 kg, devem ser endereçados à Defesa Civil do Rio de Janeiro e a postagem é gratuita.

Polícia Militar
Todos os batalhões da Polícia Militar do Estado recebem doações para as vítimas das chuvas. O material arrecadado será encaminhado ao 12º Batalhão de Polícia Militar de Niterói, de onde será enviado para as áreas afetadas. A PM recomenda que sejam doados água mineral, alimentos e material de higiene.

Ministério Público
O Ministério Público do Rio de Janeiro recebe doações na portaria do edifício-sede do MP-RJ, na avenida Marechal Câmara, 370, no centro do Rio. A coleta é feita no período das 10h às 17h, de segunda a sexta-feira. Os donativos serão encaminhadas à Defesa Civil do Estado para serem distribuídas às vítimas das enchentes.

Fashion Rio
O Fashion Rio terá um posto de coleta de donativos às vítimas das chuvas no Rio nos dois últimos dias de evento - sexta-feira e sábado. As doações podem ser feitas na entrada da semana de moda, no balcão de credenciamento. A organização espera receber roupas, cobertores, água e alimentos não perecíveis, que serão entregues ao Sistema Firjan, responsável por levá-las até as vítimas.


Metrô
O Metrô Rio informou que recolhe, a partir de sexta-feira, donativos para as vítimas das chuvas, em parceria com a ONG Viva Rio. A coleta será feita em 11 estações das Linhas 1 e 2: Carioca, Central, Largo do Machado, Catete, Glória, Ipanema/General Osório, Pavuna, Saens Peña, Botafogo, Nova América/Del Castilho e Siqueira Campos. Poderão ser doados até o dia 11 de fevereiro água, alimentos não perecíveis e material de higiene pessoal.

Rodovias
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) também vai receber donativos a partir desta quinta-feira em postos montados nas principais rodovias da região. Dois postos irão funcionar 24 horas, no km 269 da BR-101, no trecho de Casemiro de Abreu, e na BR-101, no pedágio da Rio-Magé.
Outros três postos devem funcionar das 8h às 17h, no km 109 da rodovia Washington Luís, e na Presidente Dutra, no km 133, próximo ao pedágio, e no km 227. Os donativos arrecadados serão entregues à Cruz Vermelha, que fará a distribuição.

Cruz Vermelha
A Cruz Vermelha no Brasil recebe doações de alimentos, materiais de higiene pessoal e produtos de limpeza nas unidades do Rio de Janeiro (Praça Cruz Vermelha, 1012, centro) e de Nova Iguaçu (na rua Coronel Bernardino de Melo, 2085, e na rua Alberto Cocoza, 86, no centro).
A filial de São Paulo também recebe donativos: avenida Moreira Guimarães, 699, Indianópolis).

Correios
Agências de todo o País recebem doações de alimentos não perecíveis, vestuário, roupas de cama, mesa e banho, calçados, tendas e barracas. Os pacotes, de até 30 kg, devem ser endereçados à Defesa Civil do Rio de Janeiro e a postagem é gratuita.

Polícia Militar
Todos os batalhões da Polícia Militar do Estado recebem doações para as vítimas das chuvas. O material arrecadado será encaminhado ao 12º Batalhão de Polícia Militar de Niterói, de onde será enviado para as áreas afetadas. A PM recomenda que sejam doados água mineral, alimentos e material de higiene.

Ministério Público
O Ministério Público do Rio de Janeiro recebe doações na portaria do edifício-sede do MP-RJ, na avenida Marechal Câmara, 370, no centro do Rio. A coleta é feita no período das 10h às 17h, de segunda a sexta-feira. Os donativos serão encaminhadas à Defesa Civil do Estado para serem distribuídas às vítimas das enchentes.

Fashion Rio
O Fashion Rio terá um posto de coleta de donativos às vítimas das chuvas no Rio nos dois últimos dias de evento - sexta-feira e sábado. As doações podem ser feitas na entrada da semana de moda, no balcão de credenciamento. A organização espera receber roupas, cobertores, água e alimentos não perecíveis, que serão entregues ao Sistema Firjan, responsável por levá-las até as vítimas.


Metrô
O Metrô Rio informou que recolhe, a partir de sexta-feira, donativos para as vítimas das chuvas, em parceria com a ONG Viva Rio. A coleta será feita em 11 estações das Linhas 1 e 2: Carioca, Central, Largo do Machado, Catete, Glória, Ipanema/General Osório, Pavuna, Saens Peña, Botafogo, Nova América/Del Castilho e Siqueira Campos. Poderão ser doados até o dia 11 de fevereiro água, alimentos não perecíveis e material de higiene pessoal.

Rodovias
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) também vai receber donativos a partir desta quinta-feira em postos montados nas principais rodovias da região. Dois postos irão funcionar 24 horas, no km 269 da BR-101, no trecho de Casemiro de Abreu, e na BR-101, no pedágio da Rio-Magé.
Outros três postos devem funcionar das 8h às 17h, no km 109 da rodovia Washington Luís, e na Presidente Dutra, no km 133, próximo ao pedágio, e no km 227. Os donativos arrecadados serão entregues à Cruz Vermelha, que fará a distribuição.

Cruz Vermelha
A Cruz Vermelha no Brasil recebe doações de alimentos, materiais de higiene pessoal e produtos de limpeza nas unidades do Rio de Janeiro (Praça Cruz Vermelha, 1012, centro) e de Nova Iguaçu (na rua Coronel Bernardino de Melo, 2085, e na rua Alberto Cocoza, 86, no centro).
A filial de São Paulo também recebe donativos: avenida Moreira Guimarães, 699, Indianópolis).

Correios
Agências de todo o País recebem doações de alimentos não perecíveis, vestuário, roupas de cama, mesa e banho, calçados, tendas e barracas. Os pacotes, de até 30 kg, devem ser endereçados à Defesa Civil do Rio de Janeiro e a postagem é gratuita.

Polícia Militar
Todos os batalhões da Polícia Militar do Estado recebem doações para as vítimas das chuvas. O material arrecadado será encaminhado ao 12º Batalhão de Polícia Militar de Niterói, de onde será enviado para as áreas afetadas. A PM recomenda que sejam doados água mineral, alimentos e material de higiene.

Ministério Público
O Ministério Público do Rio de Janeiro recebe doações na portaria do edifício-sede do MP-RJ, na avenida Marechal Câmara, 370, no centro do Rio. A coleta é feita no período das 10h às 17h, de segunda a sexta-feira. Os donativos serão encaminhadas à Defesa Civil do Estado para serem distribuídas às vítimas das enchentes.

Fashion Rio
O Fashion Rio terá um posto de coleta de donativos às vítimas das chuvas no Rio nos dois últimos dias de evento - sexta-feira e sábado. As doações podem ser feitas na entrada da semana de moda, no balcão de credenciamento. A organização espera receber roupas, cobertores, água e alimentos não perecíveis, que serão entregues ao Sistema Firjan, responsável por levá-las até as vítimas.


Metrô
O Metrô Rio informou que recolhe, a partir de sexta-feira, donativos para as vítimas das chuvas, em parceria com a ONG Viva Rio. A coleta será feita em 11 estações das Linhas 1 e 2: Carioca, Central, Largo do Machado, Catete, Glória, Ipanema/General Osório, Pavuna, Saens Peña, Botafogo, Nova América/Del Castilho e Siqueira Campos. Poderão ser doados até o dia 11 de fevereiro água, alimentos não perecíveis e material de higiene pessoal.

Rodovias
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) também vai receber donativos a partir desta quinta-feira em postos montados nas principais rodovias da região. Dois postos irão funcionar 24 horas, no km 269 da BR-101, no trecho de Casemiro de Abreu, e na BR-101, no pedágio da Rio-Magé.
Outros três postos devem funcionar das 8h às 17h, no km 109 da rodovia Washington Luís, e na Presidente Dutra, no km 133, próximo ao pedágio, e no km 227. Os donativos arrecadados serão entregues à Cruz Vermelha, que fará a distribuição.

OAB
As 223 subseções da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) em São Paulo recebem os donativos destinados à Cruz Vermelha Brasileira, que intensificou a campanha nacional em prol das vítimas das enchentes no Sudeste do País, especialmente na região serrana do Rio de Janeiro.
A OBA-RJ criou uma conta corrente no Banco do Brasil exclusiva para recebimento de auxílio para as vítimas. A agência é 2234-9 e o número da conta, 1000-6.

OAB
As 223 subseções da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) em São Paulo recebem os donativos destinados à Cruz Vermelha Brasileira, que intensificou a campanha nacional em prol das vítimas das enchentes no Sudeste do País, especialmente na região serrana do Rio de Janeiro.
A OBA-RJ criou uma conta corrente no Banco do Brasil exclusiva para recebimento de auxílio para as vítimas. A agência é 2234-9 e o número da conta, 1000-6.

OAB
As 223 subseções da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) em São Paulo recebem os donativos destinados à Cruz Vermelha Brasileira, que intensificou a campanha nacional em prol das vítimas das enchentes no Sudeste do País, especialmente na região serrana do Rio de Janeiro.
A OBA-RJ criou uma conta corrente no Banco do Brasil exclusiva para recebimento de auxílio para as vítimas. A agência é 2234-9 e o número da conta, 1000-6.
fonte:terra.com.br

A UNEGRO, se solidariza , conjuntamente com a população do estado do Rio, que infelizmente na sua maioria perdeu tudo do pouco que tinha, como aconteceu em Niteroi... enfim nos com este povo sofrido que também e o nosso povo, que na sua maioria perdeu muito mais do que bens.
Talvez este não seja o momento de cobrança e sim de ajuda e reflexão, mais devemos convir de os sobreviventes levaram muito mais tempo para se reerguer do que o tempo de mais uma nova e sensaciolatista manchete
.
Um afro abraço.

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

NEGROS E A FAVELAS


Pensando a criminalização das favelas e a participação dos negros nos espaços urbanos...

Nos perguntamos:

Ela têm raízes historica?
Qual e o que ocupa os pobres, e negros?
Qual é a raiz do preconceito que envolvem; a moradio... enfim o espaço?
Qual é a origem da favela? E a parte que nos cabe neste latifundio?

História,da favela- em três versões:
A origem do processo historico da favela são tratadas como fenônimo enquanto as questões étnico-raciais são discutidas como componentes espaciais, conduzindo a análise do tráfico de drogas como problema urbano e não, do ponto de vista injusto, como questão que se liga aos favelados e seus espaços de moradias.
Abolição : E cade as terras para as negras e negros?

É o destacar ainda, um outro processo que se desdobra concomitantemente ao processo de migração dos negros das grandes fazendas e propriedades para as cidades brasileiras (centros comerciais). De acordo com nossa hipótese, desdobraram-se dois processos singulares e concomitantes em relação à população negra no Brasil, em síntese, uma parte da população liberta foi expelida para as cidades, ainda em formação no Brasil, uma outra parte dos ex-escravos dirigiu-se para o campo, constituindo a formação das terras de pretos hoje denominadas como quilombos.
. Nesse sentido a perseguição à população negra camponesa (quilombolas) empreendia por grileiros e grandes produtores de eucalipto, por exemplo, re-intensifica a perseguição à população negra.


Fonte:África Del Sur Canada:
r Abolição Da Escravatura E Alguns De Seus Desdobramentos Para A População Negra Brasileiraabolição Da Escravatura E As “Terras De Pretos”

Debate a participação do Negro no Mercado de Trabalho.


A União dos Negros Pela Igualdade (Unegro) do

Rio de Janeiro realizou no dia 10 /12/2010.

“Fórum EmpregabilidadeSustentável:
igualdade, educação, tolerância e respeito”.


O evento aconteceu no Centro de Artes

Calouste Gulbeiker

A mesa de abertura contou com as participações

da Superintendente de Igualdade Racial da Secretaria

de Assistência Social do governo do Rio de Janeiro,

a atriz Zezé Mota, Adailton Moreira, também

da secretaria

e a Mãe Beata de Yemanjá, com coordenação da

companheira Conceição D’Lissá (foto).


O debateu ainda a empregabilidade, formarem todos os estados e

municípios,e não apenas entre os produtores.


A emenda, aprovada na Câmara, retira dos esta



e municípios de areas produtoras no mar, como


o Rio de Janeiro, os royalties e as participações

especiais que recebem hoje e manda redistribuir dinheiro



a todos os estados e municípios a partir de



critérios como número de habitantes.



Segundo Lula, a medida provisória original,



dos que define a redistribuição dos royalties apenas



para campos do pré-sal ainda não licitados, será



reenviada ao Congresso Nacional. De acordo com



presidente, o projeto aprovado no Congresso é diferente



daquele que foi acertado em acordo com



governadores e lideranças parlamentares. “Eu pretendo,



ao receber a proposta do Congresso, vetar



e colocar a medida provisória que foi a razão do



acordo para que eles votem, no próximo ano, no



Congresso Nacional.”



Ao final foram feitas diversas



homenagens a pessoas que se destacaram na promoção



da igualdade racial.








Por Monica Custodio.


Diretora da UNEGRO


fonte: Sindmetal- jornalista-Marcos




Forum Social Mundial







O que é o Fórum Social Mundial?

Próxima edição do FSM será em Dakar, na África, em 2011

Forum Social Mundial, onde participamos com delegação nos Fóruns do Rio Grande do Sul e de SalvadorA última reunião do Conselho Internacional do FSM, realizada em maio, aprovou a realização do próximo Fórum Social Mundial em Dakar, no Senegal, em 2011. Segundo os organizadores do Fórum Social Africano, a proposta de Dakar tem o apoio de inúmeros movimentos sociais da África, como organizações feministas e centrais sindicais. Para os membros do CI, será de grande importância a realização do FSM na África já que a população daquele continente sofre de forma intensa os impactos da crise. Além disso, o Fórum no Senegal deverá pautar temáticas especiais, próprias da região.

A idéia é ampliar os avanços conquistados em Belém, incluindo o foco nas questões ambientais e a mobilização e participação de povos indígenas. O trabalho de mobilização e metodologia será desenvolvido coletivamente, com a cooperação de diferentes grupos ao redor do mundo. Um seminário preparatório será realizado ainda este ano em Dakar para iniciar as discussões sobre várias questões – incluindo o formato e financiamento do evento – e para formular o projeto geral do FSM 2011.


fonte: formsocialmundial.org.br/

domingo, 23 de janeiro de 2011

O ESTATUTO DA IGUALDADE RACIAL



UM PASSO ALÉM DA PROPOSTA...

Alexandro Reis
  • A aprovação do Estatuto da Igualdade Racial no cair da noite do dia 16 de junho de 2010, no SenadoFederal, estabelece um novo marco institucional e político na vida nacional, e encerra uma etapa da luta pela promoção da igualdade racial na quadra legislativa. Ganhou-se o primeiro jogo, mas o campeonato continua.
  • Segmentos retrógrados da mídia e a correlação de forças desfavorável no Congresso Nacional foram os principais e decisivos adversários da primeira à última hora. Enfrentou-se também a posição tímida de alguns parceiros e a visão mais cautelosa de setores importantes do movimento negro. Entre a timidez e a cautela, preferiu-se fazer o gol e vencer a partida na casa dos adversários. Os reticentes poderão reclamar que não foi um golaço, mas que valeu, valeu e foi um tento histórico.
  • Mas a preocupação não é com os reticentes. Eles fazem parte do processo. Suas razões são respeitáveis, e os esforços para conquistá-los continuam válidos e são fundamentais. A atenção redobrada, no momento, deve ser direcionada ao velho e sórdido estratagema racista: a vítima é convencida do fracasso mesmo antes de lutar.
  • A estratégia é simples e conhecida: perdida a batalha no Congresso é preciso convencer a opinião pública de que os resultados são nulos, de maneira a desmobilizar a sociedade e manter o acordo apenas no papel, sem nenhuma efetivação.
  • Por este motivo se apressaram em ressaltar o que não está no Estatuto e negar as conquistas; desqualificam a ação afirmativa, o gênero, e exaltam as cotas, a espécie; supervalorizam a parte e põem na lata do lixo o todo; evocam o movimento negro hoje, mas o desrespeitavam até ontem. Não é difícil entender a radical mudança. Imaginar o povo se apropriando do instrumento, a exigir efetividade das ações, deve causar arrepios e tremenda dor de cabeça em muitas senhoras e senhores bem situados.
  • O Estatuto é um documento perigoso. Ele amplia o poder do povo, e isso não é bom para o status quo. Por que os bem situados haveriam de informar que a política nacional de saúde integral da população negra agora está garantida em lei? Qual o interesse que eles teriam em dizer que agora o Poder Público é legalmente obrigado a adotar ações afirmativas na área da educação? Por que eles divulgariam que agora o Estado, além de reconhecer e titular as terras, tem que promover políticas públicas de garantia da melhoria da qualidade de vida das comunidades quilombolas? E o que dizer das Religiões de Matriz Africana e da capoeira tão perseguidas no passado, agora com direitos reconhecidos?
  • O diploma legal que deverá ser sancionado pelo presidente Lula é resultado da luta histórica do movimento negro brasileiro, da competência, compromisso e habilidade política do Senador da República, Paulo Paim, da posição decidida do governo federal, com destaque para o papel desempenhado pela SEPPIR, e da solidariedade e participação efetiva de muitos parceiros e aliados.
  • Agora é a hora de recuperar energias e construir novos passos, tarefa que exige o fortalecimento político e institucional da SEPPIR, ampliação de quadros e aliados no parlamento e em variados setores da sociedade, bem como a reconstrução da unidade estratégica e avançada do movimento negro.
  • O Brasil já produziu leis para inglês ver, aboliu a escravidão e proclamou a República sem mexer com os poderosos interesses, e agora se depara com o desafio de promover a igualdade e alterar as estruturas sociais, políticas e econômicas. O Estatuto dialoga com esta
    realidade, não está preso em nenhuma grade ideológica, e nem se presta ao imobilismo dos conformados.
  • O Estatuto é a carta possível tirada da quadra legislativa, mas é principalmente o instrumento político que deve ser intensamente utilizado para promover as mudanças sociais e econômicas para que o Brasil se orgulhe verdadeiramente de ser uma democracia racial.
 Um afro abraço.

fonte:unegro

UNEGRO TAMBÉM É MATRIZ


GRUPO DE TRABALHO DE MATRIZ AFRICANA

Propostas:

• Quantos somos de Matriz Africana .

• Criação de um formulário com nome, idade, nação, se é iniciado ou confirmado, quanto tempo, qual a sua casa e etc.

• Criar uma equipe multidisciplinar.

• Informação sobre saúde dos adeptos da religião.

• 1.1. Numero de diabéticos, hipertensos, falcemicos, quantos em TTD, quantos nos anonimatos e etc..

• 1.2. Cuidados com material cortantes (motivo: HIV, hepatite e outras endemias)

• 2. Preservação do meio ambiente (garrafas, alguidares etc..)

• 3. Estatísticas de grau de escolaridade; quanto tem cursos superior, médio e elementar.




Informes Políticos.

• O que tem de proteção e garantia contra intolerância religiosa.

• Orientação contra homofobia dentro das Casas de Ase

• Montar um GT para também trazer informativos políticos e criar equipe para pesquisas em relação as nossas demandas

Violência.

• Violência contra as mulheres de Ase.

• O jovem, menor, criança adeptos de matriz africana.

• Legalização de cursos.

• Criação do documento Banto.

• Pedofilia.


Caminhada Contra Intolerância Religiosa:


• Mobilização.

• Ônibus.

• Camisetas?

Grupo de Trabalho de Matriz da UNEGRO.
fonte:unegro/ consultor  e Coordeadora estadual de povos tradicionais da unegro Cacau de Oxosse

MULHERES E A UNEGRO


As mulheres da UNEGRO participaram da construção e organização da caminhada unificada do 08 de Março, onde fomos à única entidade do movimento negro a participar na totalidade.

Artigo Mulher Negra : Muita Luta e Fé-Séculos XVI a XIX


O período escravista foi extremamente marcado pela opressão e pela castração do povo negro diante de sua luta pela libertação. A resistência aparecia sob todas as formas, através de guerras ou guerrilhas, como as que ocorreram no Ndongo (atual Angola), no Quilombo dos Palmares e nos demais quilombos espalhados pelo Brasil. E neste momento histórico que se manifesta a presença guerreira da Rainha Ginga de Angola, exemplo todas as mulheres

negras.Em 1623,Nzinga Mbandi Ngola Kiluanji,a Rainha Ginga,assumiu o trono do Ndongo e passou a lutar contra os portugueses.Nzinga participava dos combates e era também muito respeitada por possuir poderes ligados às forças cósmicas,o que lhe permitia mandar chover para garantir a fertilidade da terra.Casou-se e separou-se de Jaga Kasa, descendente dos jagaspovo guerreiro que se destacava nos combates militares e com quem continuou mantendo boas relações a fim de defender os interesses político-militares com os portugueses.
É importante ressaltar a força e os meios estratégicos que a Rainha Ginga utilizava para estabelecer alianças com outros reinos através de intensa atividade diplomática que,depois de muitos esforços,resultou na obtenção da assinatura de um tratado,junto ao Governo de Luanda, que mantinha a integridade do Reino do Ndongo. Nzinga conseguiu libertar escravos, distribuir terras, ampliar alianças com outros chefes e consolidar a unidade do Ndongo.Como conseqüência era perseguida pelas tropas portuguesas e tinha que deslocar os acampamentos, deixando somente os rastros de sua passagem pelos locais onde acampava com seu exército,criando os quilombos. Após inúmeras batalhas, com a morte de uma de suas irmãs, entre alianças feitas e desfeitas, a rainha, já em idade avançada, por volta de 1650, percebeu que era chegado o momento de buscar a paz na região. Buscou a aliança com a Igreja, pois sabia que, sem o respaldo do Vaticano seria difícil assinar qualquer acordo devido às pressões dos traficantes de escravos, que tinham interesse na continuação da guerra, fonte de prisioneiros. O objetivo principal de Nzinga era estimular as insurreições negras, especialmente Palmares, no Brasil. Finalmente,em 1657, foi celebrado o tratado de paz que permitiu a libertação de uma outra irmã de Nzinga e a independência do Ndongo. As mulheres foram beneficiadas com este acordo de paz, pois passaram a ter liberdade de criar seus filhos nos quilombos, o que durante a guerra era proibido, permitindo assim, o repovoamento do Ndongo.




Século XX: Após o termino da escravidão a mulher negra passou a atuar como viga-mestra das famílias e das comunidades negras, arcando com o sustento moral e com a subsistência dos filhos. Saiu da senzala para cortiços, tornando-se mulher da cama e mesa, ora servindo ao seu companheiro, ora servindo o patrão que antes encarnava o papel de senhor, alem de servir à patroa que antes era a sinhá. Por outro lado, todo um dispositivo de atribuições negativas aos negros é criado, com o objetivo de manter o espaço da participação social no país restrito aos estreitos limites da antiga ordem escravista.


Atuando no século XX como empregada ou babá, viabiliza a emancipação da mulher branca, por permitir a sua saída de casa para ocupar as universidades e trabalhar nas repartições públicas. Este é o novo quadro da tradicional família brasileira, conseqüência das indústrias e da evolução cultural do país, que criou a emancipação cultural e econômica das mulheres em cidades grandes, onde o serviço de creches é deficiente. Mesmo na família que mantém a divisão de tarefas entre marido e mulher, quem, em geral, executa as tarefas domesticas é a mulher negra.


As mulheres negras foram mucamas, cozinheiras, mães, sacerdotisas, prostitutas, traduzindo sua arte no cotidiano – cozinhando, costurando, bordando, participando de rituais, contando historias, plantando jardins – que enfeitaram nossa infância e embelezaram nossas vidas. Foram mulheres que semearam o campo, tropeçando cegas pela vida, maltratadas pela pobreza, mutiladas, apagadas e confundidas pelo sofrimento. Eram artistas que buscavam uma musica ainda não escrita, na qual a sua força, a sua espiritualidade, o seu AXÉ, aquela coisa desconhecida que existia dentro delas, se tornasse conhecida. E elas esperavam e esperavam... No entanto, sabiam que seus campos de outono, vazios de frutos, iriam chegar ao tempo da colheita, mesmo que fosse num outro tempo, pelas mãos e força de outras mulheres. E assim está sendo.


 Um afro abraço.

fonte:unegro

União de Negros pela Igualdade – UNEGRO -2010

Iniciamos o ano desenvolvendo as perspectiva para o ano que se iniciava com o Projeto Samba na Raiz( Emenda Valentim), nos envolvíamos também com a preparação do Fórum Social Mundial, onde participamos com delegação nos Fóruns do Rio Grande do Sul e de Salvador.

Histórico da UNEGRO


A União de Negros pela Igualdade (Unegro) foi fundada em 14 de julho de 1988, em
Salvador, na Bahia, por um grupo de militantes do movimento negro para articular a luta contra o racismo, com a luta de classes e contra as desigualdades de gênero. Seu principal objetivo é transformar o Brasil numa nação socialista e multi-racial.


A UNEGRO (União de Negros pela Igualdade) é uma entidade de combate ao preconceito, à discriminação racial e ao racismo, fundada em 14 de julho de 1988, na cidade de Salvador, e organizada em âmbito nacional, com assento no Conselho Nacional de Promoção da Igualdade Racial (CNPIR), órgão integrante da Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (SEPPIR) da Presidência da República, hoje a entidade está organizada ou nucleada em 24 (vinte e quatro) Estados da Federação e conta com uma Coordenação Nacional, Executiva Nacional e Secretaria Nacional, sediada em Salvador.


A UNEGRO tem intensificado sua ação na busca de alternativas sócio-políticas de combate ao racismo, ao preconceito e à discriminação impostos à população negra, bem como na luta por justiça social para todos, indistintamente, através de ações comunitárias, articulações em fóruns do movimento social e do movimento negro, e da participação nos conselhos paritários - governo e sociedade civil.


Várias ações importantes envolvendo o movimento negro e anti-racista tiveram a contribuição da Unegro. Dentre elas, podemos citar:

“Processo preparatório e “Conferência Mundial de Combate ao Racismo, Discriminação Racial, Preconceito, Xenofobia e Intolerância Correlata”, realizada em DURBAN, na África do Sul, de 31 de agosto a 07 de setembro de 2001;

- “Seminário de EXPERTS da América Latina”, na sede da CEPAL, em Santiago (Chile) – seminário preparatório para a “Conferência Mundial de Combate ao Racismo, Discriminação Racial, Preconceito, Xenofobia e Intolerância Correlata”;


"Conferência Regional das Américas”, em dezembro, também em Santiago (Chile);

“Fórum de ONGs pela Diversidade e Pluralidade”, em Quito (Equador)²;

“Fórum Social Mundial”, desde sua primeira versão, em janeiro de 2001;


Realização do seminário “Em Defesa da Criança e do Adolescente”, com o objetivo de envolver entidades do movimento negro e do movimento popular na defesa de crianças e adolescentes, atividade que culminou na participação do movimento negro na campanha “Não Matem Nossas Crianças”;
Participação na construção do I e II “Encontro Nacional de Educação Social”, realizado em São Paulo e Maringá/PR, respectivamente;
Conferências Nacionais: das Cidades, Segurança Alimentar, Saúde da População Negra, Educação, criança, Esporte, Educação;
Participação na comissão organizadora do “I ENEN – ENCONTRO NACIONAL DE ENTIDADES NEGRAS”, que deliberou pela criação da CONEN (Coordenação Nacional de Entidades Negras), da qual a UNEGRO tornou-se membro da direção;
Participação no “II ENEN” e atuação nos fóruns estaduais em que a CONEN está presente;
“Participação no processo de construção do I e II “Encontro Nacional de Mulheres Negras”,
em Salvador e Belo Horizonte, respectivamente – a UNEGRO compõe a Executiva e a Coordenação do “Fórum Nacional de Mulheres Negras”;
- “Participação na “Marcha de 300 Anos da Imortalidade de Zumbi dos Palmares”, realizada em Brasília, em 1995, evento com o qual o movimento negro nacional reivindica do Estado brasileiro a implantação de políticas públicas de elevação da qualidade de vida da população negra;
Participação no “I Congresso Continental dos Povos Negros das Américas”, realizada em 1995, em São Paulo;
“Participação no “II Encontro Afro-caribenho e Latino-americano de Mulheres”, em SAN JOSÉ (Costa Rica), em 1996;
Participação no “Encontro dos Embaixadores dos Países Africanos e do Caribe”, em Brasília (DF), em 2000;
Participação em todo processo de construção da “I Conferência Nacional de Promoção da Igualdade Racial”, realizada em Brasília, nos dias 30 de junho e 1 e 2 de julho de 2005;
Participação em todas as marchas e eventos públicos, em âmbito nacional, realizados na “Semana da Consciência Negra”;
Coordenação da “Marcha Zumbi+10” - reedição da “Marcha de 300 Anos da Imortalidade de Zumbi dos Palmares”, de 1995, que se realizou, novamente, em Brasília, em 22 de novembro de 2005. Em junho do ano 2007, na cidade do Rio de Janeiro, a entidade realizou o seu 3º Congresso Nacional, fórum máximo da organização e elegeu a sua nova coordenação, com o objetivo de fortalecer a Unegro. Todos os estados, que a entidade está organizada, estiveram presentes. Durante o evento, Edson França, coordenador nacional da UNEGRO, frisou a importância dos militantes da entidade compreenderam o seu papel dentro da organização, pois o fortalecimento da UNEGRO está diretamente ligado a participação dos seus integrantes. "A UNEGRO é o que seus militantes produzem. O nosso fortalecimento se dará através das nossas atuações. Somos todos responsáveis pelo sucesso da nossa organização", afirma Edson.
Dentre as suas ações pelo país, é possível destacar algumas atuações, como o projeto Rua do Samba, na cidade de São Paulo, que acontece no último sábado de cada mês, na Rua General Osório, bairro da Luz e atrai cerca de 3 mil pessoas. O projeto faz um resgate do verdadeiro samba paulista. Além disso, a Unegro desenvolveu durante anos o projeto Risco e Rabisco, no Jardim Brasil, zona Norte, que tinha o objetivo de livrar crianças e jovens da marginalidade. Em Salvador, o Ponto de Cultura da Unegro, localizado no bairro da Fazenda Grande, atende diretamente 300 jovens, que são estimulados, através de oficinas de dança, informática, capoeira, hip hop, a desenvolverem a sua consciência étnico racial. Além de todos os anos


realizarem a premiação do Troféu Clementina de Jesus, que premia personalidades negras que se destacaram na luta anti-racista. Já em Pernambuco, desde o dia 05 de abril, todo último domingo de cada mês, ocorre o projeto Negro Samba Sim, no Mercado da Ribeira, que se transformou em um grande centro cultural, mas que nos séculos XVIII e XIX era ponto de vendas de mulheres e homens escravizados. O local foi escolhido como forma de reparar a população negra pelo seu sofrimento e de resgatar a cultura do samba.
Com esta atuação, a União de Negros pela Igualdade se transformou num pólo efetivo de reflexões e organização dos negros brasileiros para a luta contra o racismo. Apesar de contar com poucos recursos materiais, pois sua sustentação básica vem da contribuição financeira voluntária dos seus militantes, nestes 22 anos de existência, a organização acumulou um capital político que a credencia como uma das principais interlocutoras do movimento negro brasileiro.
2008 – na Bahia - Colóquio África e Diáspora - O lugar da Mulher na Geopolítica: Refletindo sobre os desafios das lutas contra a pobreza e o racismo.
No Rio de Janeiro, a UNEGRO o I e II Encontro de Matriz Africana de Sépetiba
,
Organização e atividades do 8 de Março.
Foi à maior delegação Nacional do Encontro dos Movimentos Sociais em 2010 em São Paulo,
Estamos no CONSEA Estadual, Comitê Técnico de Saúde de Saúde da População, na
Executiva do Coletivos de Mulheres Negras, no Conselho do Negros de alguns Municípios com: Rio de Janeiro e Volta Redonda e estamos constituídos em mais de 15 núcleos em todo o estado do Rio de Janeiro.
Projeto Samba na Raiz que se iniciou em Maio de 2010 que tem como objetivo registro oral deste patrimônio da cidade do Rio do Janeiro, este projeto tem data prevista de seu termino o mês de Maio de 2011.


Um afro abraço.
fonte?unegro